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Saúde Digital: Novos modelos de cura
A Intel trabalha para prever o que os usuários querem e precisam, desenvolver as tecnologias, e então liderar a indústria no fornecimento dessas capacidades e experiências. Essa abordagem, voltada para o desenvolvimento de soluções para os problemas que mais afligem as pessoas, inclui a saúde entre os pontos focais da companhia. Um ambiente de intensos cuidados institucionais, tecnologias de saúde pessoal superiores, iniciativas de pesquisas biomédicas avançadas, além de inovação e interoperabilidade do ecossistema de saúde são os vetores que direcionam a estratégia da Intel na área de saúde.

A chamada "saúde digital" visa solucionar, por intermédio da tecnologia, questões relacionadas a diagnósticos e produtividade, bem como cuidados pessoais com a saúde e redes de sensores para ajudar os agentes de saúde a monitorar seus pacientes com mais eficiência.

Por intermédio do uso da tecnologia, a Intel pretende contribuir para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, quer estejam dentro dos hospitais, quer estejam em suas próprias casas ("home care").

Os novos conceitos que ligam a saúde à tecnologia envolvem diagnóstico remoto, uso de videoconferência entre médicos de diferentes localidades, visão não-invasiva e transparente da manutenção da saúde dos pacientes, entre muitas outras possibilidades.

Os exemplos de sucesso vêm das mais diferentes partes do mundo: da associação norte-americana que reúne portadores do Mal de Alzheimer, estimados em 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos; de Israel, onde notebooks sem fio contêm toda a informação da condição de saúde dos pacientes do Hospital Infantil Schneider; e da Itália, onde a Intel ajuda a eliminar possíveis erros no hospital San Rafaele, em Milão.

"No Brasil, a Intel está envolvida com um importante projeto de combate ao câncer infantil, em conjunto com o LSI (Laboratório de Sistemas Integráveis) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, desenvolvido desde 2002. O projeto original de Tratamento de Câncer Infantil evoluiu muito e agora se estendeu ao câncer adulto para apoiar um Projeto Nacional de Atenção Oncológica, encomendado pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e Ministério da Saúde, colaborando com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), com potencial de beneficiar cerca de 14 milhões de pacientes. Esse projeto tem as seguintes metas principais: Registro Hospitalar de Câncer, Anatomia Patológica, Educação à Distância e Sistema de Imagens."
Prof. Marcelo Zuffo, Escola Politécnica da USP

 
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