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Estudantes latino-americanos dão um show na ISEF 2007 |
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Por Rosângela Melatto
Gerente de Comunicação, Programas de Educação
América Latina
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Desde melhorar a qualidade de vida e promover a inserção social de pessoas com algum tipo de deficiência, seja através da invenção de equipamentos de baixo custo e fáceis de serem adaptados para subir e descer escadas, criar óculos para que cegos possam ver até prevenir que crianças sejam envenenadas por desinfetantes de uso doméstico, finalistas de toda a América Latina competiram na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel (Intel ISEF) - a maior feira mundial de ciências e a única em sua categoria para alunos do ensino médio.
(Estudantes encontram-se com a imprensa na ISEF)
Um dos estudantes foi o tema da capa de um importante jornal de Nova Iorque, outros recuperaram a auto estima que necessitavam para seguir adiante e fazer outras coisas maravilhosas pelo mundo. Todas as estórias por detrás dos projetos - cruzar barreiras financeiras e usar a sua capacidade intelectual para ajudar outras pessoas - são o melhor que todos nós poderíamos trazer de volta depois de conversar com eles. Todos eles são ganhadores.
A imprensa latino-americana, especialmetne convidada para o evento, teve a chance de sentir de perto a emoção de estar com as mentes mais brilhantes de nossa região, encontrando-os no café da manhã, acompanhando-os na cidade e visitando os seus projetos no Centro de Convenções. Eles também visitaram a fábrica da Intel em Rio Rancho, localizada nos arredores de Albuquerque, Novo México, onde a Feira foi realizada. Esta fábrica, aberta em 1980, desenvolve chips para memória flash, processadores Intel® Celeron® e Intel® Pentium para portáteis, computadores de mesa e servidores.  Os repórteres fizeram coro ao dizer que amariam voltar ao ensino médio, quando visitamos a Rio Rancho high School - escola pública que se auto-define como uma comunidade de aprendizes que apóia e celebra a paixão pela excelência. Definitivamente um modelo a seguir. Os alunos estavam por todo o campus fazendo experimentos enquanto aprendiam algo sobre Física, História, Consumo Consciente de Energia, Música .... todos nós ficamos impressionados.
(Projeto de Lucas Tambaiolli, 17 anos de São Paulo, Brasil. O dispositivo ajuda potencialmente o cego a enxergar através de estímulos transcranianos)
Os ganhadores da América Latina trouxeram mais alegria para o nosso grupo: uma bolsa de estudos do Instituto Tecnológico de Monterrey foi o prêmio para um estudante da Costa Rica - 100% de seus estudos pagos, com direito a alojamento e alimentação. Um mesmo aluno do México foi premiado por três diferentes institutos patrocinadores e pela Intel na ISEF 2007. Brasileiros, argentinos e uruguaios também foram premiados na tarde de sexta-feira, dia da Grande Premiação que coroou a nossa semana. Veja todos os prêmios no quadro ao lado.
Dos mais de 1500 alunos que competiram este ano, mais de 80 eram do continente latino-americano. Os alunos do Uruguai participaram pela primeira vez. Foi uma semana de celebração para estudantes, professores, imprensa e para nós da Intel® Educação.
(O grupo mais premiado da América Latina no Centro de Exposições, estudantes mexicanos reunem-se com sua delegação)
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